segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O pescador e o peixinho


O PESCADOR E O PEIXINHO


Um pescador estava pescando e, depois de horas de pescaria, conseguiu apanhar um peixe muito pequeno.
O peixinho lhe disse:
- Poupe minha vida e jogue-me de novo no mar. Dentro de pouco tempo, estarei crescido e você poderá pescar um peixe grande!
O pescador respondeu:
- Eu seria um tolo se te soltasse por uma pescaria incerta . . .
"Mais vale a certeza de hoje do que a incerteza de amanhã."
Era uma vez

Os camundongos em conselho

 OS CAMUNDONGOS EM CONSELHO

Um dia os camundongos se reuniram para decidir a melhor maneira de lutar contra o inimigo comum, o gato. Discutiram horas seguidas, sem encontrar um bom plano.


  



Afinal, um ratinho pediu a palavra e falou:
- Sabemos que o grande perigo é quando o gato se aproxima tão mansamente que não percebemos sua presença. Proponho que se coloque um guizo no pescoço do gato.





Graças ao barulho do guizo, saberemos da aproximação do gato, e teremos tempo para fugir. 
 



Todos aplaudiram a idéia brilhante. Mas um ratinho mais experimentado pediu também a palavra e disse:
- A idéia é muito boa.
Mas quem vai pendurar o guizo no pescoço do gato?
"É mais fácil falar do que fazer."
Fábula de Esopo
                                                        
   
Era uma vez

A leiteira e o balde

 

A LEITEIRA E O BALDE 

Uma leiteira ia a caminho do mercado.
Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:




- Comprarei umas galinhas. As galinhas botarão ovos todos os dias.
Venderei os ovos a bom preço.

Com o dinheiro dos ovos, comprarei uma saia e um chapéu novos.
De que cor?
Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes me admirarão, me acompanharão, me dirão galanteios, e eu sacudirei a cabeça ... assim! . . .
 
E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se.
 A leiteira voltou com o balde vazio.
                                  Fábula de Esopo
Não se deve contar hoje com o lucros de amanhã!  
Era uma vez

O galo e a raposa



















 

Empoleirado em um alto galho de árvore, o galo estava de sentinela, vigiando o campopara ver se não havia perigo para as galinhas e os pintinhos que ciscavam osolo à procura de minhocas.

A raposa, que passava por ali, logo os viu e imaginou o maravilhoso almoço que teria se comesse um deles.
Quando viu o galo de vigia, a raposa logo inventou uma historinha para enganá-lo.

- Amigo galo, pode ficar sossegado. Não precisa cantar para avisar às galinhas e os pintinhos que estou chegando. Eu vim em paz.
galo, desconfiado, perguntou:
- O que aconteceu?
As raposas sempre foram nossas inimigas. Nossos amigos são os patos, os coelhos e os cachorros.
Que é isso agora?
Mas a espertalhona continuou:
- Caro amigo, esse tempo já passou!


odos os bichos fizeram as pazes e estão convivendo em harmonia. Não somos mais inimigos. Para provar o que digo, desça daí para que eu possa lhe dar um grande abraço!


O que a raposa queria, na verdade, era impedir que o galo voasse para longe. Se ele descesse até onde ela estava, seria fácil dar-lhe um bote.
as o galo não era bobo.
Desconfiado das intenções da raposa, ele lhe perguntou:
- Você tem certeza de que os bichos são todos amigos agora? Isso quer dizer que você não tem mais medo dos cães de caça?
- Claro que não! - confirmou a raposa.
Então o galo disse:
- Ainda bem! Porque, daqui de cima estou avistando um bando que vem correndo para cá.
as, como você disse, não há perigo, não é mesmo?
- O que?! - gritou a raposa, apavorada.
- São os seus amigos! Não precisa fugir, cara raposa.s cães estão vindo para lhe dar um grande abraço, como esse que você quer me dar.
Mas a raposa, tremendo de medo, fugiu em disparada, antes que os cães chegassem.
"Muitas vezes, quem quer enganar acaba sendo enganado. "

  Era uma vez.